Dicas e curiosidade sobre diversos animais de estimação. Leia atentamente e escolha a melhor e a mais correta maneira de criar o seu pet. Na hora de comprar/adotar, pense bem, porque animais são como humanos, precisam de atenção, carinhos e cuidados. E pense bem se você está preparado para mais uma responsabilidade e gastos extras.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Vermifugação do cão

Recomenda-se exame de fezes logo que o animal chega para a pesquisa de protozoários.

30 dias de idade: 1ª. dose
45 dias de idade: 2ª. dose
60 dias de idade: 3ª. dose

A cada 6 meses: verificar a necessidade de utilização de vermífugo através de exame de fezes.

1º cio dos cachorros

A fêmea - entra no cio entre 6 meses a 1 ano de idade variando com a raça e o tamanho do animal.
O cio dura em torno de 15 dias e é acompanhado de um sangramento (de leve a moderado) e aumento perceptível da região genital.
Algumas fêmeas não apresentam sangramento ("cio seco").

O macho - não tem cio e torna-se apto à reprodução a partir de 1 ano.
Ele pode começar a ter manifestações sexuais a partir de 3 meses de idade, principalmente quando sentir o cheiro de uma fêmea no cio.

Lugares no RJ aonde você pode levar seu cão

Penedo
Pousada Challenge
Endereço: Alameda Áustria, 43
Fone: (24) 351-1389
Aceita cães de todos os tamanhos.

Ilha Grande
Pousada Velho Capitão
Endereço: R. Amâncio Felipe de Souza, 40 - Vila Abraão
Fone: (21) 9974-8756

Pousada Minha Terra
Endereço: Rua do Bicão, 18
Fone: (21) 371-2036

Parati
Pousada Porto Paraty
Endereço: Rua do Comércio (Centro Histórico)
Fone: (24) 371-1205
Fax: (24) 371-2111

Pousada das Canoas
http://www.rsd.nutecnet.com.br/clientes/hotel/canoas.htm
Endereço: Av. Roberto Silveira, 279 - Bairro Chácara
Fone: (24) 371-1133 ou (24) 371-2305
Fax: (24) 371-2005
E-mail: sebefita@rsd.nutecnet.com.br
Dispõe de canil para até 4 cães (mesmo para os maiores), bem próxima ao corpo do hotel (na rua em frente). Para os menores permitem que fiquem no quarto, desde que não custumem ficar latindo. Os cães não podem circular pela área social (piscina, restaurante etc).

Petrópolis
Pousada Mata Atlântica
http://pousada.matatlantica.com
Endereço: Rua João Xavier, 344 - Duarte da Silveira
Fone: (24) 242-1473
E-mail: petropolis@matatlantica.com
Cães de pequeno porte e somente nos chalés.

Visconde de Mauá
Pousada Casarão
Fone: (24) 387-1125
E-mail: alltime@unisys.com.br
Aceita cães apenas nos chalés

Pousada Casa Bonita
Fone: (24) 387-1342 ou (24) 387-1380
Aceita cães apenas nos chalés

Hotel Casa Alpina
http://www.a3.com/alpina/
Fone: (24) 387-1125 ou (24) 387-1390
E-mail: alltime@unisys.com.br

Nova Friburgo
Pousada Riacho Doce
http://www.lumiaronline.com.br/riachodoce.htm
São Pedro da Serra – 7º Distrito de Nova Friburgo
Fone: (21) 557-9633 com Angela ou
(24) 976-4757 com Cristina ou Alexandre
Aceita cães de pequeno porte, que podem ficar no quarto com o dono.

Friburgo
Hotel Fazenda Caledônia Inn
Endereço: Estrada do Pico da Caledônia s/n - Parque da Caledônia
Fone: (24) 22-3755

Hotel Olifas
Fone: (24) 522-2058

Hotel Floresta
Endereço: Rua Sebastião Antônio Teixeira, 60 - Lagoinha
Fone: (24) 22-3180

Rio de Janeiro
Pizzaria Gattopardo
Fone: (21) 219-3133
Fica na Lagoa, perto do Clube de Regatas do Flamengo e do Jóquei Club
É altamente recomendável telefonar antes para confirmar se pode levar o cão.

Cuidados com o seu cão de guarda


* Analise suas possibilidades financeiras. O cão precisa ser cuidado em todos os aspectos....(alimentação, higiene e saúde!!).
* Cão trancado significa cão revoltado... Leve-o para rua pelo menos uma vez por dia para conhecer a realidade....
* Não prenda seu cachorro com correntes, coleiras e focinheiras que machuquem.
* Não o deixe solto na rua.
* Construa um canil em casa. Deixe-o solto neste espaço.
* Consulte vários criadores e veterinários para conhecer as características, inclusive comportamentais, de seu cão.
* Desenvolva primeiro a obediência e guarda e depois o ataque.
* O treinamento não deve ser interrompido.
* Não esqueça de colocar uma placa no portão de casa avisando a ferocidade de seu animal.
* Verifique se há possibilidade do seu cachorro pular o muro do vizinho.

Alimentação de cães filhotes

Após o desmame, que ocorre em torno do 45º dia, o filhote deve ter no mínimo 4 refeições: café da manhã, almoço, jantar e uma última refeição da noite.

Os filhotes passam a comer menos a medida em que vão crescendo assim, reduzir o número de refeições gradativamente. O adulto (a partir de 1 ano) come 2 vezes ao dia.
Restos de comida, doces, massas e tudo o que estiver fora da relação "alimentos" deve ser evitado mesmo que o cão goste ou queira comer. O cão que "pede" comida da mesa dos donos deve ser repreendido ou retirado do local das refeições familiares.

Ração para filhotes - utilize papinha desmame para filhotes ou rações próprias para filhotes em forma de papa (amolecida em leite ou água morna), 3 a 4 vezes ao dia.
Ração para adultos deve ser dada a partir de 1 ano de idade.
Sempre que trocar a ração deve-se misturar a nova ração com a que está sendo administrada, por uma semana, reduzindo a mesma aos poucos até ficar com a ração desejada.
Observe sempre que a ração utilizada seja de excelente qualidade (bem balanceada: taxas de minerais, proteínas e vitaminas dentro de um valor ideal para o tipo e faixa etária do animal), esteja dentro do prazo de validade e bem conservada. Nunca compre ração a varejo.

Leite - utilize leite de cadela em pó ou leite de cabra, mais parecido com o leite de cadela do que o leite de vaca
Leite de vaca pode ser dado, preferencialmente o de baixa lactose, observando se o animal apresenta diarréia. Caso ele não apresente, oferecer o leite puro ou mingau (1 colher de Neston ou Farinha Láctea em 1 copo de leite puro ou diluído) , 1 a 2 vezes ao dia.

Comida Caseira - a base de carne (40%) , arroz e legumes (60%) cozidos com pouco sal. Deve ser dada apenas quando o filhote não aceita a ração porém, devemos insistir com esta última por vários dias experimentando outras marcas de ração, caso necessário.
Oferecer a comida caseira 2 vezes ao dia e outras 2 refeições a base de mingau e frutas não ácidas (maçã, pêra, mamão...).

Petiscos - Frutas não ácidas, verduras e legumes em geral podem ser oferecidos como petisco, desde que em pequena quantidade para que o cão não substitua a refeição. Frutas muito gordurosas, como o abacate, deve ser evitadas ou ofericias em quantidade mínima. Dê preferência por produtos orgânicos (sem agrotóxicos) e crus.

Adestrando seu hamster


Os Hamsters são ariscos no início, mas se acostumam facilmente à presença do dono, tanto Sírio como o Chinês, quando ensinado com carinho, paciência e guloseimas para recompensar os acertos é capaz de aprender diversos truques. Com o tempo e algum adestramento, eles até aprendem truques que divertem as pessoas, como, pôr exemplo, dançar sobre duas patas.

A técnica é dar dois comandos simultâneos. Um com a voz, o outro com a mão - um gesto que simbolize cada comando -, bem perto da ponta do nariz do Hamster.
No final de cada execução, dá-se um petisco. Pode ser um alimento cheiroso e diferente do habitual, como um floco de sucrilhos, amendoim, uva passa, um pedacinho de biscoito ou de queijo.
Repete-se a execução até Hamster aprender.
Para constatar, veja se ele faz o truque mesmo sem ganhar petisco.

As aulas duram até 10 minutos, para não haver perda de concentração.
Podem ser dadas até duas vezes por dia, sempre depois das 18 horas, já que à noite o Hamster fica mais ativo.

Para aumentar o interesse dele pelas guloseimas, retire a comida três horas antes da primeira aula do dia e só a reponha depois da última. A maioria dos truques tem duração variável. Treinam-se exigindo um tempo de execução cada vez maior, até atingir o limite máximo desejado. Nesses casos, o petisco é dado no final da execução, mediante um estalo de dedos (ou língua). Começa-se a ensinar um novo truque só depois que o anterior foi aprendido. Cada truque, ou etapa, costuma demorar de 10 a 15 dias para ser aprendido, ou um pouco mais, em alguns casos.
É bom não ficar muito tempo sem praticar um truque para o Hamster não esquecê-lo.

FICAR EM PÉ E DANÇAR
Manipule um petisco até estimular o Hamster a ficar na posição desejada. Repita o comando "em pé" (ou "dança", conforme o que estiver treinando) e o respectivo comando gestual. Ao estalar os dedos (final da execução), dê o petisco.
Segunda etapa: o Hamster executa o truque apenas com o comando gestual.

ATENDER PELO NOME
Chama-se seguidamente o Hamster, repetindo o nome dele e acenando com um petisco (nesse caso não é preciso gesto). Quando ele se aproximar, dê-lhe o petisco

DEITAR
Force o Hamster para baixo, pressionando o meio das costas dele com o dedo, levemente, para não machucá-lo. Dê o comando "deita" e o comando gestual, com a outra mão. Mantenha-o deitado por um pouco com o dedo nas costas ( no começo, em geral, ele se agita). Repita os comandos. Estale os dedos com a mão que fazia o gestual, retire o dedo das costas e dê o petisco.
-Segunda etapa: difere da primeira, apenas por retirar o dedo das costas antes de dar o estalo com a outra mão.
-Terceira etapa: o Hamster deita e fica deitado apenas com o comando gestual.

ANDAR DE PÉ
O Hamster deve saber o comando "em pé". Dê a ordem. Com ele em pé, aproxime um petisco com uma mão, movendo-a na direção que você quer que ele ande. Ao mesmo tempo, faça o gestual com a outra, acompanhando o Hamster (circule o indicador). Diga "anda". Estale os dedos no fim e dê o petisco.
-Segunda etapa: o Hamster vai para a direção desejada sem petisco, apenas com o comando gestual. O petisco só é oferecido depois de estalar os dedos, no final da execução.

Como ensinar truques para seu gato

Você sabia que os gatos também podem aprender a sentar, dar a pata, e até a miar sob seu comando?
Saiba agora como você pode ensinar esses truques para o seu bichano!

Pra começar…
Antes de qualquer coisa, você precisa escolher o incentivo que vai usar pra recompensar o gato quando ele fizer o truque desejado.
É mais fácil começar oferecendo uma guloseima que o bichano curta bastante. Com o tempo, você pode substituir o petisco por outras coisas que o felino goste muito: um carinho, abrir a porta do quarto ou brincar com ele.

Sentar
Quem disse que só os cães sabem? Fazer o seu gato aprender a sentar é super fácil! Segure o petisco acima da cabeça do bichano, sem deixar que ele pegue. Espere o felino sentar ou tente estimular essa atitude, fazendo-o andar de ré. Isso porque, alguns gatos costumam dar passinhos pra trás antes de sentar.
Quando ele sentar, dê a recompensa no mesmo instante. Mas sem exagero! Dê um pedaço pequeno, pois se ele se empanturrar de petiscos não vai querer praticar mais. Além do que, excessos podem desbalancear a dieta do felino, o que não é aconselhável. Se o gato for comilão, você pode até usar a própria ração dele como petisco.

Dar a pata
Este é outro truque que não tem muito segredo. É moleza de ensinar! Coloque um petisco em cada mão e chegue bem perto do gato. Estenda uma das mãos pra que ele se aproxime. Se o bichano tentar pegar com a boca, afaste a mão e não entregue. Logo ele vai começar a usar a pata pra pedir a guloseima! Sempre que o felino agir assim, recompense-o com o petisco que está na outra mão. Depois de um tempo, o gato vai sacar que a recompensa não está na mão que está estendida e então passará a dar a pata, mesmo que não tenha nenhum petisco naquela mão.

Fica aí!
Se seu gato é meio preguiçoso, ele vai aprender o comando “fica” rapidinho! Primeiro: você já precisa ter ensinado o comando “senta”. Daí é só ir aumentando aos poucos o tempo entre bichano sentar e ganhar recompensa. Sempre que o felino levantar, faça com que ele sente novamente e não dê o petisco. Aos poucos, ele vai perceber que só ganha o prêmio se ficar sentado. Diga o comando “fica” e, ao mesmo tempo, faça o sinal “pára” com uma das mãos espalmada, e só alguns instantes depois dê o petisco.

É só chamar que eu vou!
O comando “vem” pode ser aprendido em apenas alguns dias, principalmente se o seu bichano for louco por petiscos. Para fazer o gato ir até você, chame-o com um assobio ou com uma palavra que você deve usar só pra isso, como “aqui”, por exemplo. Comece chamando o gato e acenando com o petisco. O bichano logo vai entender que, se ele for, ganhará uma recompensa. Espere e, quando o felino chegar perto, dê o petisco. Pelo menos no início, nunca chame o gato sem recompensá-lo, até que ele assimile bem o comando. Depois que ele aprender o truque, procure dar o petisco de vez em quando, pois se o gato perceber que não terá mais recompensa, ele não atenderá mais o seu chamado.

Miou…
Para ensinar o bichano a miar sob seu comando você deve esperar um miado e, nesse momento, dar o petisco pra ele. Repita isso algumas vezes. Depois, passe a dizer “mia” alguns segundos antes de mostrar o petisco. Em pouco tempo ele vai se acostumar com o comando e miar quando você pedir.
Mas, atenção: depois de aprender esse truque, o felino pode passar a miar para ganhar tudo o que quer. Portanto, esse treinamento só é recomendado para adestradores ou pra quem não se importa de ter um gato que mia para pedir as coisas.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Como criar uma lagarta até virar borboleta?

1º PASSO

Se você encontrar uma lagartinha, preste muita atenção em que árvore ela estava se alimentando, pois será necessário pegar uma boa quantidade das folhas dessa árvore para que não falte alimento. Se a planta não estiver em um local fácil, pegue uma quantidade maior de folhas e guarde-as em um saco plástico na geladeira.


2º PASSO

Como você não saberá o hábito da espécie, é preciso levar também também um pouco do solo próximo a árvore. Isso por que, algumas espécies precisam de se enterrar para sofrerem metamorfose, mas pode ser que ela prefira prender-se em um pedaço de madeira.


3º PASSO

Em casa, prepare um recipiente (pode ser uma garrafa pet cortada, caixa de sapato ou um vidro): coloque o solo coletado no fundo, um galho da árvore onde a lagarta estava, deixando também algum suporte caso ela necessite para prender o casulo. Tampe com filó ou tela-mosquiteiro.


4º PASSO

Coloque a lagartinha no recipiente. É claro, longe do sol, frio e ar condicionado, não é? Não se preocupe, a lagarta sabe muito bem como se virar. No início ela precisa comer muito e o tempo em que ela precisa para se tornar uma borboleta depende da espécie. A lagarta não pode ficar sem alimento de forma alguma.Troque as folhas velhas por outras frescas e jogue fora as fezes diariamente.


5º PASSO

Não se assuste se sua lagarta “soltar a pele”(sofrer ecdise). Isso é muito normal, é sinal que ela está crescendo e precisou trocar a camada externa da pele. Não toque nela quando a pele soltar, pois ela fica extremamente sensível por um tempo.


6º PASSO

Depois de alguns dias, a lagarta vai parar de comer, ficar quietinha e se transformar em uma crisálida ou pupa. Nessa etapa, ela vai se enterrar, ou formar um casulo pendurado em algum cantinho do recipiente. Ela precisa de muita tranquilidade nessa fase, pois é o momento em que ela vai usar toda a energia para se transformar em uma borboleta. Embora a pupa pareça estar imóvel, ocorre uma tremenda atividade em seu interior. A estrutura da lagarta está sendo quimicamente destruída e uma borboleta é reconstruída. Aí é só esperar mais alguns dias, tenha muita paciencia e não fique tocando na pupa, ok?


7º PASSO

Quando a borboleta está pronta, vão ser liberados alguns hormônios que servem para “amolecer” o casulo. A borboleta vai romper o casulo e ficar presa nele com suas asas pendurados para baixo. A borboleta não será capaz de voar, pois suas estruturas estão amassadas e úmidas. Seja paciente! Depois de várias horas, a borboleta estará pronta para o seu primeiro voo.

Observação: Cuidado com as lagartas “peludas” (com cerdas), elas podem machucar você. Prefira aquelas com pele lisa.

Como afastar/eliminar aranhas domésticas

Agora chegou a hora de você aprender como exterminar mais um inseto de sua casa , as aranhas.

Informação importante
Antes de tudo é bom está ciente da diferença entre animais peçonhentos e os venenosos:

Peçonhentos: são aqueles que possuem glândulas de veneno que se comunicam com dentes ocos, ou ferrões, ou aguilhões, por onde o veneno passa ativamente, como serpentes, aranhas, escorpiões, abelhas e arraias.

Venenosos: são aqueles que produzem veneno, mas não possuem um aparelho inoculador (dentes, ferrões) provocando envenenamento passivo por contato (taturana), por compressão (sapo) ou por ingestão (peixe baiacu).

Quais são as aranhas mais encontrados nas zonas urbanas ?
Nas cidades ocorrem com mais frequência o aparecimento de aranhas:

Aranha armadeira: aparece mais na região sudeste, normalmente no período entre abril e maio;

Aranha viúva negra: mais encontradas no litoral nordestino. Elas causam acidentes considerados leves ou moderados, que levam o paciente a sentir dor local, contração muscular, agitação e sudorese;

Aranha marron: é importante causa de acidentes na região Sul. A aranha provoca acidentes quando comprimida; deste modo, é comum o acidente ocorrer enquanto o individuo está dormindo ou se vestindo, sendo o tronco, abdome, coxa e braço os locais de picada mais comuns.

As aranhas caranguejeiras e as tarântulas, apesar de muito comuns, não causam envenenamento. As que fazem teia áreas geométricas, muitas encontradas dentro das casas, também não oferecem perigo.

Dicas de cuidados a serem tomados para evitar/afastar/eliminar as aranhas de sua casa (quarto, sala, cozinha, banheiro e etc):

* Mantenha sempre jardins e quintais limpos.
* Evite o acúmulo de entulho, folhas secas ou qualquer objeto que possa servir de morada para a aranha;
* Evite folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) perto de paredes. Lembre-se também de sempre manter a grama a pareda e nunca permitir que terrenos vizinhos (quando baldios) contenham lixo e etc;
* Se em sua casa sempre aparecem aranhas ou outros insetos, sempre sacuda roupas , sapatos e toalhas antes de usar, assim você evita ser picado;
* Vede frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes para impedir o trânsito de aranhas pela residência;
* Em lugares muito arborizados, feche as portas e janelas ao entardecer;
* Observar a presença de aranhas em objetos e móveis que tenham sido guardados por períodos prolongados em ambientes escuros.

Receitas de remédios caseiros para eliminar estes bichos:

Remédio 1: CÂNFORA:
Usada para afastar insetos, traças e aranhas marrom de ambientes fechados.
Colocar os tabletes nos locais desejados. Não é um bom inseticida para cupins e formigas.

Remédio 2:
Faça uma solução de água com Butox (deltametrina, geralmente encontrado em casa de ração) e passe o pano pela casa e nos cantos, onde as aranhas fazem as teias.

Isso afasta as aranhas por um longo tempo, e afasta também baratas e outros insetos.

Coelhos. Como criá-los

Criar coelhos, além de ser fácil, pode também se tornar uma atividade lucrativa. Existem poucos criadores e o coelho é um animal totalmente aproveitável.

O que se aproveita do Coelho?
Sua carne é macia, saborosa e de fácil digestão. A pela, depois de curtida, é utilizada na confecção de objetos dos mais variados. O pelo produz uma lã extremamente macia e leve. Até os dejetos (fezes e urina), depois de curtidos adequadamente em estrumeiras especias, constituem um ótimo adubo, rico em fosfatos e nitratos. De sua cartilagem obtém-se uma cola de excelente qualidade e das vísceras produz-se farinhas, utilizadas na alimentação de outros animais. Saiba ainda que os neonatos (recém-nascidos) são empregados na fabricação de vacina contra a febre aftosa e o próprio coelho na idade adulta se presta como animais de pesquisa nos laboratórios.

Como deve ser as instalações?
A criação doméstica não há nescessidade de tantos gastos como muma industria. Mas, para evitar prejuízos, são necessárias, pelo menos, as seguintes instalações e equipamentos: gaiola, bebedouro, comedouro, manjedoura, ninho e cobertura. Saiba, agora, como se monta um coelhário.

A primeira preocupação deve ser com relação à água, que deve ser potável. As instalações precisam oferecer aos coelhos uma boa aeração, condições para que eles que eles não sofram com as mudanças brutas de temperatura e para que fiquem protegidos das chuvas, ventos, frio e sol direto.

Providencie, então, o galpão, que poderá ser construído de blocos de cimento de 10 cm, até a altura de 1,50m, fazendo-se pilares para sustentação do telhado, o qual poderá ser de duas ou uma só água. A cobertura pode ser feita com telhas de amianto, que não nescessitam de muito madeirame, ficando o telhado mais leve do que com telhas de barro.

As paredes devem ter 1,50m de altura e o restante poderá ser fechado com tela ou, ainda, com cortinas de plásticos usados para proteger os coelhos do vento. Depois de construído o galpão, instale as gaiolas de arame galvanizado, de tamanho padrão que são encontradas em lojas especializadas: 80 X 60 X 45 cm. Veja o modelo abaixo de uma coelheira dupla.

Para uma criação pequena, o galpão poderá ter 8 X 4 metros, comportando inicialmente 16 gaiolas, isto é, oito em cada lado, para abrigar raças médias. Mas também poderá ser feito de tal maneira que, mais tarde, se construa outro tanto, para ser colocado como se fosse o segundo andar.

Para 10 matrizes (para cada 10 fêmeas é necessário apenas um macho), são necessárias, no mínimo, 16 gaiolas: uma para o macho, uma para cada matriz, e algumas de reserva para os filhotes (antes de irem para a gaiolas de engorda). As gaiolas devem ficar a 80 cm do solo.

Fixadas as gaiolas, coloque os bebedouros e comedouros dentro de cada uma (normalmente as gaiolas já vem com comedouro externo, que são os ideais. Os bebedouros, também encontrados no mercado, são do tipo canudo e adaptados com uma garrafa do lado externo da gaiola).

O corredor, entre as gaiolas, deve ser cimentado. A esterqueira, que fica sob as gaiolas, deve ter seu nível abaixo do corredor e ser inclinada para deixar o esterco sempre seco.

Como é a reprodução?

Você deve providenciar a compra das matrizes para corte (raças Califórnia, Nova Zelândia, Gigante de Flandres, Gigante Branco de Bouscat) ou para produção de pele (Rex, Gigante Borboleta, Negro e Fogo, Fulvo de Borgonha e Angorá). procure sempre um fornecedor idôneo e para cada 10 matrizes adquira um macho. Cada animal deve ficar em gaiola individual e deve-se deixá-lo descansar por 30 dias, antes de acasalar, para adaptá-lo ao ambiente.

Passado o período de adaptação, inicie a verificação do cio, que consiste em observar a vulva da fêmea. Se ela estiver intumescida e com a coloração rosada, brilho intensoe mucosa, estará no cio. Leve a fêmea até a gaiola do macho e anote a cobertura na ficha. (Cada macho deve cobrir uma fêmea a cada 36 horas).

Dez dias depois, verifique a prenhez apalpando o animal. Caso isso não indique sinal de prenhez, leve a fêmea novamente ao macho. Se ela estiver prenha irá mostrar-se irritadiça, agressiva ou procurará se esconder. Se ela aceitar o macho anote novamente na ficha a nova cobertura e se isto se repetir pela quarta vez a fêmea deve ser descartada.

O parto ocorrerá entre o 28º e o 34º dia após a cobertura (dependendo da raça). No 27ª dia, coloca-se na gaiola o ninho (veja modelo ao lado), um caixote de madeira com 40 cm de comprimento e 27 de altura e largura e deve possuir uma abertura, cheio de pó-de-serra grosso.

Após o parto, faça a limpeza e desinfecção do ninho, com água clorada ou iodo. Coloque, então, pó-de-serra fino no ninho. As crias devem permanecer, com a mãe, durante 30 a 35 dias. Os láparos (como são chamados os filhotes) começam a comer alimentos sólidos de 18 a 21 dias, além do leite materno. A fêmea deve ser coberta novamente no 29º dia após o parto (não se deve tirar mais que 5 a 6 crias por ano). As crias devem ser colocadas nas gaiolas de engorda, para o abate, aos 70 dias de vida, com peso médio de 2,2 quilos.

Como conhecer o sexo nos coelhos jovens?

Em relação a todos os animais domésticos, é o coelho que se destaca pela precocidade da maturidade sexual; portanto a separação do sexo deverá ser feita bem cedo, logo após o desmame quando os láparos tem em média 2 meses de idade.


Para se conhecer o sexo dos coelhos jovens, temos a necessidade de examinar os órgãos sexuais, cuja técnica é a seguinte: levantar o coelho por cima do lombo, segurando-o pela dobra da pele e com os dedos livres segurar a cauda do animal e repuxá-la para trás na direção do corpo.

Com o animal nessa posição, o criador verá duas aberturas situadas debaixo da cauda que se acha levantadda. A abertura superior, arredondada e ligeiramente pregueada, constitui o ânus que é a parte final do intestino, pela qual são eliminados as fezes. Logo abaixo do ânus há uma abertura, ligeiramente alongada no sentido vertical, a qual deverá ser cuidadosamente examinada assim: o criador suspendendo o coelho, com os dedos polegar e indicador colocados cada um ao lado desta abertura, deverá comprimir o local e puxá-lo ligeiramente para trás. Se por esta abertura aparecer uma ponta de 1 cm de comprimento, ligeiramente encurvada conforme a idade, trata-se de um macho. Ao contrário, se durante a compressão e repuxamento da abertura, esta apresentar apenas uma fenda, ligeiramente ovalada, trata-se de uma fêmea.

Como deve ser a alimentação?

Na alimentação, use ração específica para coelho. O reprodutor e a matriz em crescimento comem, em média, de 120 a 150 gramas de ração/dia; matriz em gestação consome de 200 a 220 gramas/dia; os láparos do 22º dia após o nascimento até o desmame, 40 a 60 gramas; depois do desmame até o abate, de 100 a 120 gramas; e a matriz lactante, com sete láparos, de 400 a 420 gramas/dia.

A distribuição da ração deverá ser realizada de manhã e à tarde em horas mais ou menos certas. Também o criador não deverá das comida em quantidade excessiva aos animais, sabendo-se que um coelho come de acordo com seu tamanho.

Como deve ser a limpeza e a vacinação?

A limpeza deve ser diária e meticulosa das coelheiras, além da desinfecção periódica. Nos serviços de rotina devem ser levados em conta os seguintes fatôres: combate às moscas e ratos, muitas vezes responsáveis pela transmissão de várias moléstias e preservá-las de môfo e bolores na ração.

A desinfecção periódica deve ocorrer quatro vezes por ano. Há dois métodos: promover a queima da gaiola com o uso dee lança-chamas a gás; ou pulverizá-la com produto desinfetante (vendido em lojas de agropecuária).

Também o estêrco do coelho, responsável muitas vezes pelo aparecimento de doenças, deverá ser guardado em esterqueiras próprias. Apesar de ser execelente adubo, nunca deverá ser aproveitado nos terrenos destinados á plantação das verduras e forragens destinadas aos próprios coelhos, pois, em caso de moléstia, tal como a coccidiose, seria muito fácil a sua disseminação entre os animais.

Não esqueça de vacinar os animais contra a pasteurelose (necessária) e mixomatose (só em lugares ou zonas infectadas), as doenças mais comuns verificadas em coelhos. A profilaxia contra as sarnas é obtida através da higiene.

Como decorar seu aquário

A decoração do aquário pode ser composta dos mais variados materiais e a escolha dos mesmos depende de gosto pessoal.Devemos levar em consideração que quanto mais colorida e com apetrechos plásticos for a nossa decoração, mais distantes nós estaremos de copiar o habitat natural nos rios e lagos onde originalmente habitam os peixes escolhidos.

Como substrato no fundo do aquário, podemos usar cascalho de rio que pode ser encontrado facilmente em qualquer loja de aquarismo. Além de ter uma aparência mais natural, não interfere nos parâmetros químicos da água.

Para complementar a decoração, podemos usar rochas e troncos submersos para criarmos os mais diversos cenários, tudo depende do gosto de quem monta o aquário.

Outro item importante na decoração de um aquário são as plantas que podem ser naturais ou artificiais. As naturais embora um pouco mais trabalhosas para serem mantidas, nos recompensam com um aspecto muito mais natural ao aquário e também ajudam no ciclo biológico. As artificiais, na maioria das vezes são feitas de plástico ou tecido sintético e imitam as naturais, com a vantagem não precisarem de cuidados especiais e durarem por muito tempo.

Como escolher o melhor peixe para seu aquário

Com seu aquário montado e funcionando, chega o grande momento de escolher os peixes. Você vai até a loja mais próxima e entra decidido a levar vários peixes coloridos para casa. Até aí tudo muito fácil, mas quando você começa a olhar para aquela infinidade de aquários e peixes diferentes aparecem as dúvida: Que peixe devo levar? Quantos peixes posso levar? Como saber se o peixe escolhido está saudável? Nessa hora é fundamental que você não compre por impulso e tente conversar bastante com o lojista para tirar o máximo de dúvidas possíveis.
Ao escolher seus peixes, procure saber:

1. se a espécie escolhida tem alguma necessidade especial com relação ao PH, temperatura ou qualquer outra restrição com relação a qualidade da água;

2. se as espécies escolhidas são compatíveis entre si (algumas espécies são inimigas naturais e não podem conviver em um aquário comunitário);

3. se os peixes que você está levando têm alguma necessidade especial com a alimentação (alguns peixes comem somente alimentos muito específicos e não são indicados para iniciantes);

4. o quanto irá crescer o peixe que você escolheu, porque muitas vezes, um peixinho lindo e colorido é somente um filhote, mas quando cresce pode virar literalmente um gigante desastrado em seu lindo aquário.

Após levar em consideração os tópicos acima, e com as espécies de peixe já selecionadas, você deve observar os seguintes itens para saber se o peixe que você vai levar está saudável:

1. Observe atentamente o peixe para verificar se ele está bem ativo e se ele nada sem problemas (normalmente peixes apáticos e/ou com dificuldades para nadar estão doentes);

2. Observe as guelras do peixe para ver se ele respira normal e pausadamente (respiração acelerada ou peixe respirando insistentemente na superfície d’água são sinais de que algo não está bem);

3. Observe se os peixes estão com alguma marca ou lesão no corpo ou nas nadadeiras, como pôr exemplo, tufos de algodão ou pintinhas brancas, ou mesmo se as nadadeiras estão se desfazendo (esses são sinais de fungos, bactérias patogênicas ou parasitas);

4. Observe se o peixe não está se coçando ou se esfregando no fundo do aquário ou nas pedras da decoração (esses são sinais de infestação por parasitas);

5. Se possível, peça para o lojista alimentar os peixes na sua presença e verifique se eles se alimentam normalmente (peixes com o apetite normal são peixes saudáveis).

Instruções Básicas para a montagem de um aquário de água doce.

1. PASSO
Devemos lavar bem o aquário com água em abundância para tiramos qualquer resíduo de produtos químicos ou sujeira dos vidros, tomando sempre o cuidado de evitar o uso de sabão ou detergente, pois qualquer resíduo é muito prejudicial para os peixes e plantas.

2. PASSO
Com o aquário limpo e seco devemos colocar as placas do filtro biológico sobre fundo do aquário; a seguir, fixamos as torres no filtro biológico onde serão instaladas as bombas submersas.

3. PASSO
Sobre o filtro biológico colocaremos o cascalho, numa camada que pode varia de 3 a 10cm, dependendo do tamanho do aquário e de como você quer a sua decoração. Em cima do cascalho colocamos as rochas e troncos.

4. PASSO
Após o cascalho e a decoração estarem colocados, devemos começar a fixação das plantas (naturais e/ou artificiais), tomando o cuidado de fixarmos suas raízes bem firmes no cascalho para que elas não se soltem quando formos encher o aquário com água.

5. PASSO
A seguir, devemos instalar as bombas submersas em cima das torres do filtro biológico, o filtro externo no alto da parede posterior do aquário (opcional), o termostato com aquecedor em uma posição onde o fluxo de água seja constante para que a temperatura seja distribuída uniformemente por todo aquário.

6. PASSO
Com todos os equipamentos fixados e posicionados corretamente, devemos começar a encher o aquário com água. Para que a decoração e o cascalho não fiquem desarrumados com a força do jato de água, podemos usar um pequeno truque como vemos na figura. Assim que completarmos o aquário com água devemos usar um desclorificante para eliminarmos o cloro da água.

7. PASSO
Com o aquário cheio de água, vamos ligar todos os equipamentos para termos certeza de que esta tudo funcionando perfeitamente. Também devemos regular o termostato na temperatura desejada.

8. PASSO
Por fim, falta apenas a colocação das tampas de vidro e a calha com a iluminação.

9. PASSO
Agora que esta tudo pronto devemos esperar pelo menos de 2 a 3 dias antes de colocarmos os peixes no aquário. Esse período de tempo é muito importante para que a temperatura se estabilize, os filtros comecem a operar de uma maneira eficiente, e para que possamos verificar se o aquário não tem nenhum vazamento.

Estresse: seu peixe também pode ficar estressado

Não é apenas o ser humano que pode sofrer de estresse. Essa palavra, tão comumente usada nos dias atuais, não é nenhuma novidade no mundo animal.

Sob condições adversas, tais como: transporte, mudança de ambiente ou na rotina da casa, morte do dono ou na família e viagens, os animais podem reagir com mudanças fisiológicas e/ou comportamentais.

Alguns animais apresentam diarréias quando voltam do banho em petshops. Por melhor que seja o tratamento oferecido, para esses animais a situação gera estresse capaz de causar-lhes diarréia. Nesses casos, é aconselhável que o dono acompanhe o animal durante o banho.

A introdução de um novo animal na casa pode ser um fator estressante para outro que já viva no ambiente, independente da espécie. A reação pode ser comportamental, com sinais que vão da agressividade à apatia, ou fisiológicos, com vômitos, diarréia ou perda de apetite.

A morte do dono é uma situação extremamente estressante. Muitos animais se recusam a comer por vários dias e perdem o interesse por tudo que os cercam. Há casos em que o animal chega a adoecer e até mesmo morrer, logo após a morte de seu dono. Notamos que esses animais não demonstram reação positiva ao tratamento, nos dando a impressão de total desinteresse por viver.

O transporte é uma das grandes causas de estresse em peixes, aves e répteis, podendo levar à morte muitos animais. Transportar um animal de uma dessas espécies requer cuidados especiais e condições que minimizem o estresse como: temperatura certa e caixas de contenção apropriadas.

Mudanças ambientais também causam estresse nos animais. Nas espécies mais sensíveis como répteis, peixes e aves, alterações bruscas na temperatura, mudança na alimentação ou local onde o animal viva, são fatores estressantes.

Em cães e gatos, a ausência do dono, diminuição do tempo ou frequência dos passeios, mudança de um empregado da casa, obras ou reformas ou situações em que o dono passa menos horas com o animal, podem causar estresse.

Na maioria dos casos, retirando-se a causa do estresse, o animal volta à sua vida normal. O estresse não é uma "doença" nos animais, mas um estado bastante comum. Ele pode sim gerar queda de resistência no organismo e levar a uma doença.

O estresse não pode servir de diagnóstico antes de eliminarmos todas as outras prováveis causas que levem a mudanças no comportamento e fisiologia. Nem todo o animal que está "diferente", está estressado. Ele pode estar doente. Não deixe de procurar o veterinário.

Mitos e verdades sobre a castração: Cães

A castração ainda é um assunto bastante polêmico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, "cirurgia cruel", "mutilação do animal", etc.. É preciso desvendar o que há de falso e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada.

"A castração deixa o animal gordo"

Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso poderá ser mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência a se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.

"A castração deixa o animal bobo"
Falso. O animal ficará letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele se cansará facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é consequência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradativamente, diminuindo a atividade. Muitos associam erroneamente esse fato à castração.

"A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!"
Falso. A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós-operatório bastante tranquilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já estará ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma consequência maléfica para o animal que continuará a ter vida normal.

"A castração evita câncer na fêmea"
Verdadeiro. As fêmeas castradas antes de 1 ano de idade, têm chance bastante reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. A retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os 6 anos de idade, cujo tratamento é cirúrgico, com a remoção do órgão.

"O macho castrado não tem interesse pela fêmea"
Falso. Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor comparado a um animal não castrado. Se o macho é castrado e há uma fêmea no cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecundação.

"Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa"
Verdadeiro. Uma característica dos machos é demarcar o território com a urina. Se o macho, cão ou gato, for castrado antes de um ano de idade, ele não demarcará território na fase adulta. A castração é indicada também para animais adultos que demarcam território urinando pela casa. Nesse último caso, pode acontecer de animais continuarem a demarcar território mesmo após a castração, pois já adquiriram o hábito de urinar em todos os lugares.

"Deve-se castrar a fêmea após ela ter dado cria"
Falso. Ao contrário do que alguns pensam, a cadela não fica "frustrada" ou "triste" por não ter tido filhotes. Essa é uma característica humana que não se aplica aos animais. Se considerarmos a prevenção de câncer em glândulas mamárias, ela será 100% eficaz, segundo estudos, se feita antes do primeiro cio. O ideal é castrar o quanto antes.

Para que castrar os machos?
1. Evitar fugas.
2. Evitar o constrangimento de cães "agarrando" em pernas ou braços de visitas.
3. Evitar demarcação do território (xixi fora do lugar).
4. Evitar agressividade motivada por excitação sexual constante.
5. Evitar tumores testiculares.
6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxofemural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnósti
co dessas e outras doenças transmissíveis aos descendentes).

Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho terá oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, seria mais conveniente diminuir sua atração sexual pelas fêmeas através da castração. O animal "inteiro" excita-se constantemente a cada odor de fêmea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos. O dono precisa vencer o preconceito, algo que é inerente aos humanos apenas, e pensar na castração como um benefício para seu animal.

Para que castrar as fêmeas?
1. Evitar acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação.
2. Evitar câncer em glândulas mamárias na fase adulta.
3. Evitar piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas.
4. Evitar episódios frequentes de "gravidez psicológica" e suas consequências como infecção das tetas.
5. Evitar cios.
6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxofemural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças transmissíveis aos descendentes).

É errado o conceito de que a castração só deve ser feita em cadelas de rua. Se o proprietário não tem intenção de acasalar sua fêmea, seja ela de raça ou não, é desnecessário enfrentar cios a cada 6 meses, riscos de gravidez indesejável e, principalmente, de doenças como câncer de mama e piometra. A castração garante uma vida adulta bastante saudável para as fêmeas e bem mais tranquila para os donos.

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Como dar banho no seu cachorro em casa

Quando seu cão toma banho num petshop, ele fica com a pelagem muito mais bonita, brilhante e cheirosa do que quando você tenta dar banho em casa, não é mesmo? Mas afinal, qual o segredo, banho não é tudo igual? - pensam alguns. Acompanhe passo a passo o banho da Maria Dolores, uma cadela da raça Border Collie, e descubra os "segredos" para dar um bom banho no seu amigão.

Material necessário

Equipamento:
- Toalha
- Shampoo: existem vários tipos e marcas. Escolha o tipo de acordo com a cor da pelagem do seu animal ou a necessidade. Existem produtos clareadores para pelagem branca, outros específicos para pelagem escura, shampoos antialérgicos e anti pulgas (estes apenas quando o animal tiver idade superior à 6 meses). Evite usar shampoos humanos, pois eles podem causar alergias no cão ou gato.
- Condicionador: indispensável para cães e gatos com pelagem longa. Existem shampoos 2 em 1 que dispensam o uso do condicionador. Use produtos específicos para animais.
- Algodão
- Cortador de unhas
- Pente de metal
- Pente para desembolar a pelagem
- Escova de arame
- Perfume em spray (para animais)

Frequência do banho:
Você pode começar a dar banho no seu cão ou gato a partir de 45 dias de idade, contanto que a temperatura esteja quente. Jamais banhe um filhote novo em dias extremamente frios. Há veterinários que indicam o primeiro banho quando com mais idade. SIGA A ORIENTAÇÃO DO VETERINÁRIO QUE TRATA DO SEU ANIMAL.

O banho pode ser dado semanalmente, mas a freqüência irá depender da raça e da tolerância do animal. Se ele começar a apresentar muitos problemas de pelagem e/ou pele, você deve diminuir a frequência dos banhos.

. PASSO - Proteja os ouvidos com chumaços de algodão.
Antes de começar o banho é importante a proteção dos ouvidos. Coloque chumaços de algodão para que a água não entre e cause otite.

Se o seu animal tiver pelagem longa, escove-o muito bem e procure investigar possíveis nós na pelagem. Se existirem, tente removê-los com um pente especial (desembolador). Mas, cuidado, se você puxar os nós excessivamente irá machucar a pele do seu animal, causando feridas. Os nós mais difíceis devem ser deixados para a aplicação do condicionador.

Antes de começar, você pode cortar as unhas do seu cão ou gato. Mas só faça isso se estiver orientado pelo veterinário e souber como fazer. Do contrário, você machucará seu amigão e as unhas poderão sangrar muito.

. PASSO - Molhar a pelagem começando da cabeça.
Use água morna para banhar seu animal. Água fria pode ser usada no verão. A água muito quente pode queimar a pele e deixá-lo desconfortável durante o banho. A temperatura elevada também pode retirar a gordura que protege superficialmente seu cão ou gato e torná-lo predisposto às doenças de pele.

Onde você vai colocar o cachorro? Depende do que você tiver à mão: uma banheira, uma tina grande ou tanque, e até o box do seu banheiro. Use um avental plástico para não se molhar, embora seja quase impossível que você acabe todo o processo completamente seco.

Comece molhando a cabeça e pescoço (isso impedirá que eventuais pulgas subam para esses pontos, onde é mais difícil removê-las). Depois de molhado, use sabão de coco, em barra, para ensaboar e retirar toda a sujeira. Use uma escova plástica para que o sabão chegue até a pele. Ensaboe quantas vezes for necessário, até que a água saia limpa.

Nota: para que seu amigão não fuja correndo pela casa todo ensaboado, prenda-o pela coleira e guia curta em algum ponto da banheira. Nunca o deixe preso sem que você esteja por perto. Ele pode tentar pular e se enforcar!

3º. PASSO - Não esquecer de manter o animal preso durante o banho.
Depois de retirada a sujeira, use o shampoo, de acordo com a necessidade do seu cão. Deixe agir por alguns segundos, enxágue bem e use o condicionador, principalmente nas franjas e nós (cães de pelagem longa).

.PASSO - Escovar os dentes com escova de cerdas macias.
Enquanto seu cão está "de molho" no shampoo ou condicionador, feche o chuveiro e aproveite para escovar os dentes dele. Existem escovas especiais para cães, mas você pode usar uma escova infantil com cerdas extra macias.

Alguns cães e gatos não toleram a escovação. Se for o caso do seu animal, desista antes que um dos dois saia machucado... Cuidar da higiene bucal é muito importante pois evitará a perda precoce dos dentes.

Enxague o animal abundantemente para retirar todos os resíduos - só não vale gastar água desnecessariamente. Deixe que ele chacoalhe várias vezes, pois isso facilitará a secagem. Truque: para que seu cão ou gato chacoalhe, eliminando a água dos pelos, assopre rapidamente sobre seu focinho.

. PASSO - O soprador retira o excesso de água.
Depois de secar bem com a toalha, os petshops usam o soprador, um aparelho que lança um forte jato de ar frio sobre a pelagem, expulsando toda a água retida. Isso diminui em muito o tempo de uso do secador. Na falta do soprador, capriche na secagem com a toalha, assim você gasta menos energia elétrica e tempo com o secador.

. PASSO - Na secagem, secador e escova.
Seque a pelagem com o secador. É claro que os petshops usam secadores profissionais, muito potentes. Se você não tiver um bom secador em casa, terá um grande trabalho e um enorme gasto de energia... Jamais use o secador muito quente ou próximo à pele do animal. Você poderá causar queimaduras!

Para secar animais de pelagem longa, deve-se usar a escova de arame. Escove os pêlos em todos os sentidos. Não esqueça de secar as patas e entre os dedos. Se quiser deixar o animal secar ao ar livre, faça isso somente se o dia estiver muito quente e ele tiver pelagem curta, do contrário ele ficará com o pêlo cheio de nós e com um cheiro bastante desagradável ("cachorro molhado").

Não esqueça também que, se você soltar seu cachorro molhado no jardim, ele vai querer se secar na grama ou na terra. Vai começar a correr e se esfregar no chão. Resultado: ficará mais sujo do que antes do banho! Fique de olho nele ou leve-o para passear enquanto se seca.

FINALIZAÇÃO
Limpe os ouvidos com algodão umedecido em álcool. Passe um perfume específico para animais, evitando a região do focinho. Na verdade, os cães detestam esses perfumes... Se o seu animal for alérgico, dispense qualquer essência.

Caso queira aplicar algum produto anti pulgas em gotas ou spray, faça isso no dia seguinte ao banho, quando pele e pelagem estarão 100% secos.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Obesidade: problema também nos animais

A obesidade tornou-se o problema de saúde mais frequente - e preocupante - entre cães e gatos de estimação. Segundo o último levantamento da Associação Médica Veterinária Americana, 40% dos cães dos Estados Unidos carregam quilos extras. No Brasil, a estimativa é que 30% dos cães e 25% dos gatos sejam obesos.

Má alimentação, sedentarismo, castração e predisposição genética são os vilões do sobrepeso. Assim como nos seus donos, a obesidade é um distúrbio grave em animais: é fator de risco para problemas respiratórios e cardiovasculares e ainda predispõe a dores nas articulações. "O mais difícil é convencer os donos de que a situação é séria e requer tratamento. Em muitos casos, o animal corre risco de vida", diz o veterinário Roberto de Andrade Bordin, especialista em nutrição animal. "Os donos são os principais culpados pela obesidade dos seus bichos", afirma Márcia Jericó, diretora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi. Uma pesquisa feita pela ONG inglesa The Blue Cross indica que as pessoas que comem demais e se exercitam pouco costumam ter animais de estimação acima do peso. Elas repetem nos bichos seu (mau) comportamento. "Muitas desconhecem que a ração atende às necessidades nutricionais e exageram nos petiscos e nos alimentos de gente", diz. Antes de encher a barriga de seu bicho de estimação e se orgulhar das formas arredondadas que ele exibe, saiba o que dizem os especialistas sobre os principais erros cometidos pelos donos de cães e gatos gordos e como mudar de atitude.

MÁ ALIMENTAÇÃO
Em que os donos erram: petiscos e refeições desbalanceadas estão entre os problemas mais apontados pelos veterinários como causa da obesidade, sobretudo a canina. "Apenas 30% dos donos oferecem exclusivamente ração ao animal", alerta Roberto Bordin. Hoje há cães que comem até salgadinhos e fast-food. Também é comum abusar de biscoitos, bifinhos e ossinhos, como se eles não fossem calóricos (e são)
O que fazer, segundo os especialistas: se for dar petiscos especialmente fabricados para cachorros, o ideal é de um a dois por dia, no máximo. Ao contrário da embalagem das rações, a dos petiscos não informa as calorias de cada unidade. "Um biscoito médio em forma de ossinho, por exemplo, tem cerca de 90 calorias. Isso corresponde a quase um terço das necessidades diárias de um poodle médio", explica Márcia Jericó. É importante ainda seguir a quantidade de ração recomendada pelo fabricante, no rótulo, ou pelo veterinário antes de despejá-la sem parcimônia. Considere a possibilidade de trocar a ração convencional por uma light – há várias opções menos calóricas no mercado. Com teor de gordura mais baixo e ricas em fibras e substâncias como a l-carnitina, as versões light ajudam a controlar a obesidade

SEDENTARISMO
Em que os donos erram: cada vez mais confinados, os animais acompanham o estilo de vida do dono. Mal saem de casa – se o fazem, é só no momento das necessidades – e passam praticamente o dia todo deitados ou dormindo. Quanto mais eles engordam, mais sedentários ficam, já que a dificuldade de se locomover aumenta. Entre os gatos, o sedentarismo é o principal fator de risco para a obesidade
O que fazer, segundo os especialistas: se o dono não tem tempo de passear com o animal, deve contratar alguém que o faça ao menos duas vezes ao dia. E não conta como passeio aquela andadinha breve até o poste mais próximo. No caso dos cães, existem serviços que oferecem trilhas ecológicas e aulas de natação e esteira de uma a duas vezes por semana. Exercitar o gato doméstico é um pouco mais difícil – ele dorme em média dezesseis horas por dia. O dono deve criar situações que o estimulem a se deslocar, como espalhar bolinhas, arranhadores e novelos de lã pela casa. Para que ele se movimente em busca de comida, vale esconder a ração dentro de um rolo de papel toalha, em caixas de papelão suspensas ou embaixo do cesto de roupa

CASTRAÇÃO
O que muitos donos não sabem: cães e cadelas castrados apresentam o dobro da probabilidade de se tornar obesos – o distúrbio é mais frequente entre as fêmeas. Com a castração, elas deixam de produzir hormônios que atuam na inibição do apetite. No caso dos machos, a retirada dos testículos interrompe a produção de hormônios andrógenos, importantes para instigá-los a se movimentar. Nos gatos castrados, o risco de se tornarem obesos é de três a quatro vezes maior. Em geral, os machos são mais afetados, por questões metabólicas
O que fazer, segundo os especialistas: é importante que o animal siga uma dieta sob medida e seja estimulado a se exercitar. Já existem no mercado rações para animais castrados, com teor calórico mais baixo

PREDISPOSIÇÃO GENÉTICA
Em que os donos erram: cães de algumas raças, como labrador, golden retriever, collie, cocker spaniel, beagle e dachshund, têm predisposição a engordar. Há alterações nos hormônios que controlam a saciedade, como a leptina, produzida pelas células adiposas. Cães e gatos obesos têm resistência à substância. A maioria dos gatos obesos pertence às raças domésticas – especialmente aqueles que têm pelo curto
O que fazer, segundo os especialistas: a alimentação correta deve começar desde cedo. O filhote que come muito mais do que precisa acaba produzindo mais células adiposas, e isso é um facilitador da obesidade na fase adulta.